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E se eles não gostarem?

E se eles não gostarem?

Quando comecei a trabalhar com artesanato era para decorar quarto dos meus filhos e festinhas de aniversario. Eu fazia sem nenhum conhecimento e comecei a me relacionar em grupo de artesanato, comprar revistas, participar de feiras para aprender e aperfeiçoar.

Quando comecei a publicar meus trabalhos em redes sociais tinha muito medo de julgamento, críticas e inclusive de receber encomenda em grande  quantidade e não ter condições de entregar no prazo, pois não fazia ideia de tempo de execução para entregar  no prazo.

A rede social que usava na época era orkut e eu tinha amigos na índia, Alemanha, Hungria e isso me deixava apavorada. Eu recebi muitas criticas também de pessoas que se diziam minhas amigas , comentários cruéis que me colocavam pra baixo e só aumentava meu medo, isso me atrapalhou bastante .  Me sentia insegura, despreparada na modelagem, medo de não atender as expectativas dos meus clientes. As críticas destrutivas introduziu uma duvida dentro da minha mente: E se ele não gostar?

Essa incerteza me perseguia e tudo que fazia parecia não dar certo. Eu nunca estava satisfeita com o resultado do meu trabalho. Refazia e não ficava bom. 

Fiz inúmeros cursos de capacitação tanto da modelagem quanto  criei processos de produção, fiz parceria com correios e mudei totalmente a forma de atendimento. E as criticas? Eu aprendi a  ouvir e observar sem me sentir ofendida,  posso aprender muito mais sobre o meu negócio e avaliar o que posso melhorar quando dou atenção as criticas, usa-las a meu favor.

Ouvir com atenção e melhorar  , mudar quando for necessário. Prioridade é deixar meu cliente feliz e  satisfeito. Essa atenção fez com que fidelizasse minha clientela, e o que era algo muito ruim que quase me fez desistir se tornou meu diferencial.

Antes de terminar a escultura peço para meu cliente me ajudar a ver o que esta faltando para ficar com os detalhes que ele quer . Dou a oportunidade deles me ajudar com o desenvolvimento do projeto, estou sempre consultando e conversando com eles .é importante entender onde temos que melhorar e procurar um profissional capacitado para nos ajudar a explorar nosso potencial é um atalho que reduz o sofrimento. Mulheres empreendedoras não precisam trabalhar sozinhas.

Procurem ajuda , invista no seu conhecimento. Eu resolvi dedicar meu tempo compartilhando meu conhecimento que adquiri nesses 16 anos trabalhando com Empreendedorismo criativo através do Curso Online de esculturas humanizadas em biscuit. Investi também no meu conhecimento para atuar na Liderança feminina e hoje sou Licenciada na Rede Mulheres que Decidem e sou muito feliz de poder ajudar outras mulheres a descobrirem todo seu potencial dentro do seu nicho.

Me conte como se sentiu ao ler meu depoimento, se identificou? 

 

Mulheres que Decidem
Evelyn Fonseca
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Sou Evelyn Fonseca do Guarujá, formada em Pedagogia. Tenho ateliê escola onde ensino fazer esculturas personalizadas como terapia ocupacional ou fonte de renda. NabRede Sou Líder Educadora e Mentora de mulheres empreendedoras.

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